The Yellow Handkerchief entre os “10 melhores filmes artistícos de 2010″

Yellow Handkerchief. Essa é a história de três inseguros andarilhos que  encontram si próprios compartilhando uma grande viagem de carro conversível para New Orleans, não muito depois do furacão Katrina. O motorista do carro é um adolescente chamado Gordy (Eddie Redmayne), que duvida mais do que faz e parece se desculpar apenas por estar lá. Em uma loja de conveniência rural, ele encontra Martine (Kristen Stewart), fugindo de sua vida. Ele diz que ele está dirigindo até New Orleans. Sem razão. Ela decide se unir a ele. Sem razão. Eles conhecem um homem quieto e reservado chamado Brett (William Hurt), e ela acha que ele pode ir com eles. Sem razão particular alguma.

Agora temos os ingredientes de um filme clássico de estrada. Três estranhos, um destino fabuloso, estradas vicinais de Lousiana e um grande e velho conversível. William Hurt ocupa o silencioso centro do filme. Em muitos filmes, ele interpreta sua reticiência com uma mascarada inteligência. Aqui nós sabemos que isso é uma lousa em branco, e pode estar mascarando alguma coisa. Kristen Stewart é uma atriz maravilhosa. Eu não irei usar os filmes “Twilight” contra ela. Em um filme recente, ela mostra uma mão firme e poder intrinseco. Eu a vi pela última vez em “Welcome to the Rileys”, aonde ela interpreta uma fugitiva trabalhando como prostituta em New Orleans. Em ambos filmes ela tem muitas cenas com atores experientes (Hurt, James Gandolfini). Em ambos ela era uma pedra sólida. A história de Redmayne, que interpreta Gordy, é inesperada. Ele se encaixa sem dificuldade no papel do menino magrecelo e incerto de 15 anos vindo da Louisiana. Antes de saber que ele tem 27, um britânico que foi para Eton, um veterano de Shakespeare e Edward Albee.

Durante a odisséia, seus segredos são lentamente confidenciados. Eles aprendem lições sobre eles mesmos, o que é requerido em tais filmes, mas é uma chegada tão lenta e convincente até aqui que nós perdoamos eles. Prasad fez um filme britânico maravilhoso em 1997, “My son the Fanatic”. Eu não vi nenhum de seu trabalho desde isso. Agora vem essa caipira fatia da vida. Desde que os personagens estão tão longe da vida dos atores e do diretor, essa é uma criação da imaginação. Como deve ser. O final tem um tom melodramatico  Em um “yellow handkerchief”, em um para cem.

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